Ontem bateu-me à porta um vizinho. Um sujeito belga que é professor de Inglês na Tailândia. Tinha cabelo loiro desgrenhado à conta desse substituto natural para o gel que é o sebo corporal misturado com partículas de sujidade várias. Disse que 1000€ na Bélgica não é muito, mas na Tailândia ainda dá para umas actividades. Que tem lá a namorada. Nem sabia se lhe havia de chamar fiancee, se girlfriend. Não percebi muito bem a desculpa que me contou para a perda da carteira. Nestes casos também não interessa… Decidi confiar e o certo é que lhe emprestei 5€. Prometeu devolver-mos hoje. Os meus amigos já gozam comigo, dizem que da próxima vez passam lá por casa em vez de se dirigirem a um Multibanco. Mas eu cá estou esperançada!
E vocês?




votei na 3
Se é vizinho, sempre podes puxar-lhe os colarinhos…
Mas sinceramente, “és mesmo burra, vil!”
Hoje em dia só se pode confiar numa pessoa (nós próprios), e já é raro quem se pode gabar disso…
É só para avisar que ainda não houve sinais do indivíduo ou do dinheiro.
tss…tss…como é óbvio (se calhar não é, mas achei que ficaria bem eu dizer isto…), ele nunca irá devolver o dinheiro.
No entanto, não posso dizer: “és mesmo burra, Vil”. Acho que és, simplesmente, uma pessoa inocente e com bom coração
lol
Inocente não, que eu considerei desde o primeiro momento a possibilidade de o indivíduo não devolver a massa. A parte do bom coração também me causa uma ligeira urticária… Digamos que apenas não quis viver com a responsabilidade de o senhor sucumbir aí numa qualquer esquina apenas por eu não lhe emprestar 5€.
[...] } Serve este post para divulgar os resultados da votação sobre o professor de Inglês na Tailândia. Não há muito para analisar. Como se esperava, fui roubada. O dito não apareceu para jantar, [...]